Vem, e Segue-Me: 2 Néfi 6–10 – “Oh! Quão grande é o plano de nosso Deus!”

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Baixar a cabeça! Andar cabisbaixo, com uma atitude triste, perdedora, revela desilusão e desesperança. Embora milhares de pessoas insistam em justificar essa atitude, alegando vivermos em tempos difíceis, com crises duradouras e conflitos de toda natureza, existem sim, razões para se evitar esse tipo de comportamento tão agressivo a si mesmo. Existem advertências e revelações que nos guiam a caminhos mais conscientes e cheios de possibilidades de alegria e satisfação pessoal. Não me refiro apenas a aspectos materiais, mas falo, principalmente, dos aspectos espirituais que nos conduzem à eternidade.

Antes de continuar sua leitura, faço-lhe uma advertência: não sou especialista em diagnóstico das condições mentais, nem faço estudos psicológicos. Caso você se interesse por saber mais sobre questões dessa natureza, convido-o a conversar com seu líder espiritual e, depois, a procurar um médico especialista. Aqui, apenas relato meus sentimentos e minha experiência espiritual diante desta realidade da desesperança.

A primeira atitude na direção correta, a direção da esperança, é abandonar o pecado. Entenda-se como pecado tudo aquilo que nos afasta da companhia do Espírito e nos rouba a paz de consciência. Acredito que não exista dor maior que ouvir a voz da consciência cobrando por conflitos causados por atitudes e circunstâncias errôneas ou impensadas. Espiritualmente, somos expulsos da terra de abundância quando estamos em pecado.

O remédio para o pecado é o arrependimento e o batismo, que nos tranquilizam. Ambos, recebemos pelo Amor infinito de Cristo, por Sua Misericórdia e por sua Graça infinita. Então, o amor, a misericórdia e a graça, nos qualificam para recebermos o perdão dos pecados e voltarmos ou encontrarmos a tão sonhada “terra de abundância”. Imagino que, nesta terra, podemos desfrutar de um estado de plena “felicidade”. Porém, a nossa qualificação para esta bênção só será real ao fazermos a nossa parte.

Jacó, citado por Néfi, fala de maneira figurada ao chamar de “monstro” tanto a morte como o inferno. Agora pare e reflita sobre esses “monstros” e suas consequências em nossa vida. Pense na dor e na tormenta que empurra nossa cabeça para baixo, quando deixamos o Espírito morrer dento de nós. Penso no inferno que é viver sem a companhia do Espírito de Deus, da abundância, da felicidade.

Somente a “Expiação Infinita” nos permite uma reconciliação e o perdão que precisamos para nos alegrar e nos animar a seguir firmes e em frente. Então, vamos seguir os conselhos do mestre: “Animai-vos!” Levante a cabeça! Mude a atitude!

Considerando que Jesus Cristo veio ao mundo para salvar aqueles que derem ouvidos às suas palavras, ouso listar, sob minhas percepções, alguns dos conselhos de Jacó, irmão de Néfi, que nos ajudam a nos qualificar para esta grandiosa bênção:

– Sermos instruídos pelos conselhos de Deus;
– Sermos humildes em tudo;
– Afastar-nos do mal e da aparência do mal;
– Não gastarmos dinheiro com coisas que não têm valor;
– Não perdermos tempo nem trabalharmos com coisas que não nos satisfaça;
– Ouvirmos as palavras dos profetas, ouvirmos bons conselhos;
– Investirmos nosso tempo, dinheiro e trabalho em coisas que não perecem nem podem ser corrompidas.

Sugiro que, após a leitura da lição do Vem, e Segue-Me desta semana e deste artigo, você faça um exercício simples, porém poderoso: Faça uma lista de coisas que devem ser feitas para melhorar o curso da sua vida em direção à terra da abundância e da felicidade plena. Mas, insisto, ore e procure a ajuda de um bom líder!

Animai-vos!

Wellington Silva
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