Um testemunho eu tenho, sim!

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Eu sei que A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias é “a única igreja verdadeira e viva na face de toda a Terra”(1). Eu sei que Jesus Cristo estabeleceu os alicerces de Sua Igreja desde Adão, e que Ele a restaurou nesta última dispensação, como o fez em cada uma das outras dispensações do evangelho. Eu sei que somente seguindo os ensinamentos e ordenanças desta Igreja podemos retornar à presença do nosso Pai Celestial. Eu sei que, por mais bem-intencionadas que sejam, e por mais benefícios terrenos que possam trazer, todas as outras igrejas, seitas ou filosofias são incapazes de dar o que prometem: um lugar no Reino Celestial de Deus. Eu sei que Joseph Smith Jr. foi chamado pelo Senhor como Seu profeta, vidente e revelador, com a missão de restaurar Sua Igreja e trazer à luz Seus mandamentos nestes últimos dias. Eu sei que, assim como Joseph Smith, todos os profetas, videntes e reveladores que o sucederam possuíram e possuem as chaves do Reino de Deus, e, portanto, tinham e têm a autoridade divina para pregar o evangelho de Jesus Cristo e administrar suas ordenanças.

Eu sei dessas coisas sem qualquer dúvida. Eu recebi este testemunho do Espírito Santo, após sentir profundo desejo de saber, por mim mesmo, as verdades do evangelho de Jesus Cristo, e ter estudado a respeito dos muitos aspectos deste evangelho. Meu testemunho não foi dado a mim em um só momento, mas “linha sobre linha, preceito sobre preceito, um pouco aqui e um pouco ali”(2), ao longo de toda a minha vida, tendo iniciado ainda em minha infância.

Quando eu tinha 11 anos de idade, estava na varanda de casa quando vi dois missionários caminhando. Eles atravessaram a rua e vieram falar comigo, perguntando se meu pai estava em casa. Em poucos minutos, eles estavam explicando a meus pais sobre quem eram e o que faziam e perguntaram se poderiam deixar uma mensagem com a família. Era um sábado à tarde, 21 de maio de 1983. Dois dias depois, na noite da segunda-feira, 23 de maio de 1983, eles retornaram para nos ensinar.

Naquela noite, naquela primeira mensagem, pela primeira vez na vida eu ouvi sobre a Primeira Visão. Os missionários disseram que Joseph Smith Jr., um jovem de apenas 14 anos de idade, havia buscado orientação divina sobre qual religião seguir e, na primavera de 1820, em resposta à sua oração, ele viu a Deus, o Pai, e a Seu Filho, Jesus Cristo. Então, um dos missionários passou a citar este acontecimento nas palavras do próprio profeta Joseph Smith:

“(…) Vi um pilar de luz acima de minha cabeça, mais brilhante que o sol, que descia gradualmente sobre mim. (…) Quando a luz pousou sobre mim, vi dois Personagens cujo esplendor e glória desafiam qualquer descrição, pairando no ar, acima de mim. Um deles falou-me, chamando-me pelo nome, e disse, apontando para o outro: Este é Meu Filho Amado. Ouve-O!”(3)

O impacto daquelas palavras foi tal que aceitei ser batizado em A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias no domingo seguinte, 29 de maio de 1983, na primeira vez em que estive em uma capela. De lá para cá, já se passaram 36 anos, nos quais tenho aprendido sobre o amor incondicional do Pai Celestial por todos nós, Seus filhos, sobre Sua infinita misericórdia para com todos nós, pecadores, sobre Seu imenso desejo de que estejamos prontos para recebermos a Vida Eterna, e sobre as verdades restauradas do evangelho de Jesus Cristo, que estiveram ocultas da humanidade pelos vários séculos da profunda apostasia espiritual que ocorreu em cumprimento das profecias(4).

Essas verdades restauradas são a base de nossa crença. Aprender sobre elas e buscar compreendê-las é essencial para o desenvolvimento e fortalecimento de nosso testemunho pessoal desta obra maravilhosa. Possuir “um testemunho pessoal, individual e inabalável”(5) é essencial à nossa sobrevivência espiritual e a chave para que possamos ajudar outras pessoas a conhecerem a Jesus Cristo, Seu evangelho e Sua Igreja.

Gostaria de compartilhar algumas dessas verdades essenciais, que foram restauradas com a Primeira Visão de Joseph Smith.

A primeira dessas verdades restauradas é que ”o Pai tem um corpo de carne e ossos tão tangível como o do homem; o Filho também; mas o Espírito Santo não tem um corpo de carne e ossos, mas é um personagem de Espírito.”(6) Pode parecer algo bem simples crer nisso, mas A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias é a única que prega este ensinamento.

Encontramos, no mundo cristão, diversas definições sobre a natureza de Deus, como “Deus é um Espírito eterno, (…) não tem corpo, nem figura, nem cor e não pode ser compreendido”(7), ou “Há somente um Deus vivo e verdadeiro, eterno, sem corpo ou partes”(8), ou ainda “Há somente um Deus vivo e verdadeiro, (…) sem corpo, partes ou paixões.”(9).

Ah, se os homens ao menos lessem as escrituras deixando de lado seus falsos conceitos e com o desejo sincero de aprender do Senhor! Está escrito: “E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; (…) E criou Deus o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou, macho e fêmea os criou.”(10) Como eu e você somos feitos à imagem e semelhança de Deus, se ele não tem corpo, não tem partes, não tem forma? Eu e você temos corpo, partes e forma definidos e, de acordo com a escritura bíblica citada, tal como é a nossa imagem, assim é a imagem de Deus, pois fomos feitos tal como Ele é.

As escrituras relatam que “Adão (…) gerou um filho à sua semelhança, conforme a sua imagem”(11) e que Jesus Cristo é “a expressa imagem [de Deus]”(12). Do mesmo modo, meus filhos foram gerados à minha imagem e semelhança. Portanto, eles se parecem comigo, com corpo, partes e forma. Este é o padrão para todos. Este é o padrão divino! Para aqueles que acreditam que não há corpos físicos no Reino Celestial, o próprio Salvador Jesus Cristo ensinou aos seus apóstolos, quando os encontrou após sua ressurreição: “Vede as minhas mãos e os meus pés, que sou eu mesmo; apalpai-me e vede, pois um espírito não tem carne nem ossos, como vedes que eu tenho.”(13).

A segunda verdade restaurada é de que a Deidade é formada por três deuses distintos: Deus, o Pai Eterno, Seu Filho, Jesus Cristo, e o Espírito Santo,(14), que são unos em propósito(15). Infelizmente, a maioria do mundo cristão não crê nesta separação dos personagens da Trindade, sendo esta uma verdade aceita e pregada de forma tão clara apenas por A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. Mais uma vez, as pessoas erram porque não leem as escrituras buscando conhecer o que está escrito!

Sobre a ocasião do batismo de Jesus Cristo, lemos: “E sendo Jesus batizado, saiu logo da água, e eis que se lhe abriram os céus, e viu o Espírito de Deus descendo como pomba e vindo sobre ele. E eis que uma voz dos céus dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo.”(16) A pomba era um símbolo do Espírito Santo (não era o Espírito Santo em forma de pomba, porque ele tem a forma de um homem e não pode mudar sua forma), o Filho estava às margens do Rio Jordão, e o Pai falou desde os céus, cuja voz foi ouvida, ao menos por alguns dos presentes. Três personagens em três lugares diferentes ao mesmo tempo. Quando do seu martírio, Estêvão “estando cheio do Espírito Santo, fixando os olhos no céu, viu a glória de Deus, e Jesus, que estava (…) em pé à mão direita de Deus.”(17), ou seja ele claramente viu o Pai e o Filho, separados, lado a lado. Não é à toa que o Senhor disse “façamos”, no plural, quando ordenou que o homem fosse criado(18).

A terceira verdade restaurada: Deus fala por meio de profetas!(19) Embora a crença nos profetas bíblicos seja natural para todos os cristãos, apenas os membros de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias creem que o Senhor também chamou profetas em outros lugares além da região compreendida nos relatos bíblicos, e continua chamando estes servos escolhidos nos dias atuais(20). Tal como falou a Moisés(21), Jacó(22), e outros, Ele continua falando com estes homens para que possam guiar Seu povo.

O primeiro profeta desta última dispensação foi Joseph Smith Jr., e, sobre ele foi dito que “com exceção apenas de Jesus, fez mais pela salvação dos homens neste mundo do que qualquer outro homem que jamais viveu nele.”(23) Por que tamanha importância é dada ao profeta Joseph Smith? Porque ele foi o responsável por restaurar o evangelho verdadeiro de Jesus Cristo(24), com suas leis e ordenanças, restaurar o Sacerdócio Aarônico(25) e o Sacerdócio de Melquisedeque(26), com todos os seus ofícios e ordens, trazer à luz o Livro de Mórmon(27), fundar A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias(28), publicar inumeráveis verdades doutrinárias contidas em Doutrina e Convênios(29) e na Pérola de Grande Valor(30), como o casamento celestial(31) e a salvação dos mortos(32), erguer templos sagrados(33) para a realização de ordenanças de salvação para vivos e falecidos, lançar as bases do programa missionário(34), conduzir o povo do Senhor com mansidão, humildade e fé inabaláveis, e selar “sua missão e suas obras com o próprio sangue”(35)!

Os Santos dos Últimos Dias não adoram Joseph Smith Jr., mas o honram e rendem louvores ao seu nome, pois “foi ordenado por Cristo Jesus para trazer a verdade aos homens para aos povos trazer nova luz!”(36). Não é possível separar Joseph Smith de sua obra. Ou, em outras palavras, não é possível crer na Igreja de Jesus Cristo, no Livro de Mórmon, nas revelações, nas doutrinas, no sacerdócio ou em qualquer parte do que ele restaurou e ensinou, sem acreditar primeiro nele, em sua visão do Pai e do Filho e em seu chamado sagrado de profeta, vidente e revelador. Isto seria tão tolo quanto acreditar nas obras de Abraão, Isaque, Jacó, Moisés, Isaías, Elias e tantos outros profetas, mas duvidar do chamado profético desses homens.

A quarta verdade restaurada é que o Senhor nos conhece pelo nome. Infelizmente, grande parte do mundo cristão não crê que somos conhecidos pela Deidade de maneira pessoal. Nisto, eles estão coerentes com suas crenças sobre Deus: quem não acredita em um Deus real, corporal e consciente, com quem se pode conversar verdadeiramente e ter um relacionamento familiar pleno, não pode imaginar que Ele tenha conhecimento individual sobre quem somos. Felizmente, as escrituras estão repletas de exemplos de como o Senhor nos conhece muito bem! Jeremias(37), Samuel(38), Moisés(39), Abraão(40) e tantos outros tiveram seus nomes chamados pelo Senhor, tal qual Joseph Smith em sua Primeira Visão.

Saber que o Senhor nos conhece é maravilhoso! Não estamos sós, nem somos errantes neste mundo. Temos um Pai Celeste que nos ama e nos quer abraçar novamente em Seu Reino Celestial. Ele nos conhece muito melhor do que qualquer pessoa, incluindo nós mesmos. Ele sabe de nossos anseios, desafios, dificuldades, esperanças e desejos. Ele conhece nossas fraquezas e nossas fortalezas. Ele nos deu Seu Filho Jesus Cristo, para nos salvar. Ele nos deu o Espírito Santo para nos guiar e consolar. Ele nos deu as escrituras e os profetas para nos ajudarem a encontrar o caminho do convênio, e permanecer nele. Ele só nos pede que o chamemos amorosamente de “Pai”, honremos Seu nome e o obedeçamos. Então, Ele poderá fazer por nós muito mais do que imaginamos.

A quinta verdade restaurada: a obra do Senhor continua em nossos dias. Falando sobre como discernir um falso profeta de um profeta verdadeiro, o Senhor ensinou: “Por seus frutos os conhecereis”(41). Os frutos da Primeira Visão de Joseph Smith são um testemunho da veracidade de seu chamado e de sua obra.

Um desses frutos é o Livro de Mórmon. Sobre este “volume de escrituras sagradas comparável à Bíblia”(42), o profeta Joseph Smith afirmou: “Eu disse aos irmãos que o Livro de Mórmon era o mais correto de todos os livros da Terra e a pedra fundamental de nossa religião; e que seguindo seus preceitos o homem se aproximaria mais de Deus do que seguindo os de qualquer outro livro.”(43) Deixando ainda mais clara a importância deste livro, o mesmo profeta Joseph Smith disse: “Se deixarmos de lado o Livro de Mórmon e as revelações, onde se apoiará a nossa religião? Nós nada temos.”(44).

Talvez alguns se perguntem como saber se o Livro de Mórmon é verdadeiro. Bem, o método é o mesmo utilizado para saber se a Bíblia é verdadeira: ler, ponderar e orar(45). Pode parecer estranho o conceito de que deveríamos orar para saber se a Bíblia é verdadeira, mas, na realidade, a maioria dos cristãos nunca buscou uma confirmação espiritual sobre esses escritos, seguindo apenas a tradição de crer. A Bíblia não é auto existente. Ela foi escrita durante milênios. Ela não existia na época de Abraão, de Isaque e de Jacó. Moisés nunca teve a Bíblia nas mãos. Nem Isaías, Jeremias ou Elias. Quando o Salvador Jesus Cristo esteve entre os homens, já havia uma compilação das escrituras que fazem parte do que hoje conhecemos como o Velho Testamento. Mas nem Ele e nem seus apóstolos tinham nada do que conhecemos hoje como o Novo Testamento, pois são textos produzidos por eles.

Na verdade, os novos conceitos apresentados por Jesus Cristo e seus apóstolos escandalizaram os religiosos da época, que já tinham os escritos do Velho Testamento. Para eles, a lei mosaica bastava. Jesus Cristo trouxe novos conteúdos, novos ensinamentos, que deveriam ser registrados, estudados, vividos. Ele não disse que os ensinamentos do Velho Testamento seriam jogados fora, mas trouxe conhecimento para um novo tempo, que todos precisariam para sua salvação. E isso foi rejeitado pela maioria das pessoas na época, levando mesmo à prisão e morte de Jesus e vários de seus seguidores. Os perseguidores dos ensinamentos de Jesus Cristo sequer se deram ao trabalho de ouvir e ler com o desejo de saber a verdade e nunca perguntaram a Deus sobre isso. Na verdade, os que assim o fizeram, receberam sua confirmação espiritual e se converteram ao cristianismo. Com o Livro de Mórmon ocorre o mesmo processo. Ele tem sido rejeitado por muitos que sequer se deram ao trabalho de lê-lo ou de ouvir conscientemente, de fonte segura, sobre ele. Julgam-no por preconceitos. Gritam “Uma Bíblia, uma Bíblia! Temos uma Bíblia e não pode haver qualquer outra Bíblia”(46), agindo como fizeram os judeus na época de Cristo.

Eu sei que se aqueles que lerem o Livro de Mórmon com sinceridade de coração e, com desejo real de saber sobre a veracidade de seu conteúdo e sua origem divina, orarem ao Senhor perguntando sobre isso de maneira clara e direta, eles receberão sua resposta por meio do Espírito Santo. Eu aceitei este desafio e fiz esta prova. Testifico que o Senhor confirmou em minha mente e em meu coração que o Livro de Mórmon é a Sua palavra, tanto quanto a Bíblia o é. Convido a todos que ainda não perguntaram a Deus sobre o Livro de Mórmon, que o façam. E, após terem recebido seu testemunho pessoal deste livro de escrituras sagradas, junte-o à Bíblia(47) e, com coragem, sigam seus ensinamentos!

O acontecimento daquela manhã de primavera de 1820, quando o jovem Joseph Smith teve sua Primeira Visão, foi “o evento mais importante que ocorreu na história do mundo, após o ministério de Cristo.”(48) Ele trouxe mais luz e conhecimento e abriu as portas da revelação em nossos dias.

Eu sei que Jesus Cristo, o Filho de Deus, é o Salvador e Redentor da humanidade. Eu sei que Joseph Smith Jr. viu o Pai Celestial e Seu Filho Jesus Cristo naquele bosque. Eu sei que ele foi, é e será para sempre um Profeta de Deus. É dever de cada Santo dos Últimos Dias fortalecer seu testemunho pessoal sobre a Primeira Visão e sobre tudo o que nos foi revelado por meio daquele acontecimento sublime. É dever de cada Santo dos Últimos Dias pregar o evangelho a todas as pessoas, enfatizando o milagre da Primeira Visão e as verdades reveladas, sem receios de serem pessoalmente rejeitados ou ridicularizados, pois “todo aquele que for advertido deverá advertir seu próximo”(49).

Referências

(1) Doutrina e Convênios 1:30
(2) 2 Néfi 28:30
(3) Joseph Smith – História 1:16-17
(4) 2 Tessalonicenses 2:3
(5) Ensinamentos do Presidente Heber J. Grant, capítulo 7, “Um Testemunho Pessoal Inabalável”
(6) Doutrina e Convênios 130:22
(7) Élder LeGrand Richards, Uma Obra Maravilhosa e um Assombro, “A Visita do Pai e do Filho”
(8) Élder LeGrand Richards, Uma Obra Maravilhosa e um Assombro, “A Visita do Pai e do Filho”
(9) Élder LeGrand Richards, Uma Obra Maravilhosa e um Assombro, “A Visita do Pai e do Filho
(10) Gênesis:1:26-27
(11) Gênesis 5:3
(12) Hebreus 1:3
(13) Lucas 24:39
(14) Regras de Fé 1:1
(15) 2 Néfi 31:21
(16) Mateus 3:16-17
(17) Atos 7:55-56
(18) Gênesis:1:26
(19) Amós 3:7
(20) Regras de Fé 1:6
(21) Moisés 1:2
(22) Gênesis 32:30
(23) Doutrina e Convênios 135:3
(24) Doutrina e Convênios 128:20-21
(25) Doutrina e Convênios 13
(26) Doutrina e Convênios 27:12-13
(27) O Livro de Mórmon, “Introdução”
(28) Doutrina e Convênios 20:1
(29) Doutrina e Convênios, “Introdução”
(30) A Pérola de Grande Valor, “Introdução”
(31) Doutrina e Convênios 131:1-4
(32) Doutrina e Convênios 137:7-10
(33) Doutrina e Convênios 88:119
(34) Doutrina e Convênios 42:6
(35) Doutrina e Convênios 135:3
(36) Hinos, “Hoje ao profeta rendamos louvores”, nº 14
(37) Jeremias 1:5
(38) 1 Samuel 3:10
(39) Êxodo 3:4
(40) Gênesis 17:5
(41) Mateus 7:16
(42) O Livro de Mórmon, “Introdução”
(43) O Livro de Mórmon, “Introdução”
(44) Presidente Joseph Fielding Smith, “Ensinamentos do Profeta Joseph Smith”, Seção II, “A Importância da Revelação”
(45) Morôni 10:3-5
(46) 2 Néfi 29:3
(47) Ezequiel 37:15-20
(48) Élder Bruce R. McConkie, Mormon Doctrine, “Primeira Visão”
(49) Doutrina e Convênios 88:81

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Antonio Carlos Lima

Antonio Carlos Lima é um membro da Igreja há 35 anos. Mora em Aracaju/SE. Serviu na Missão Brasil Brasília, de 1991 a 1993. É casado, pai e avô.
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