Perfeitos em Unidade

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O Senhor declarou: “Sede um; e se não sois um, não sois meus.”(1) Normalmente, direcionamos este mandamento do Senhor, “Sede um”, exclusivamente para a nossa relação com os irmãos da Igreja. Contudo, também devemos ter união com a nossa família e devemos ter união com o Senhor.

O Presidente Henry B. Eyring nos ensinou três princípios que, quando seguimos coletivamente, nos conduzem a uma maior união: “Revelação”, “humildade” e “falar bem uns dos outros”.(2) Gostaria de sugerir a ligação destes princípios às áreas de alcance do mandamento de sermos unidos, que citei anteriormente: Revelação – Sermos um com o Senhor; Humildade – Sermos um com a nossa família; Falar bem uns dos outros – Sermos um com os irmãos da Igreja. A seguir, abordarei cada um destes pontos.

Revelação – Sermos um com o Senhor

O Presidente Marion G. Romney ensinou: “Há somente um meio de nos unirmos: buscar o Senhor e Sua justiça (3 Néfi 13:33). Alcançamos união ao seguirmos a luz que emana do alto, não as confusões vindas de baixo. Embora os homens confiem em sua própria sabedoria e trilhem seus próprios caminhos, sem a orientação do Senhor eles não podem viver em união.”(3)

E ele completou: “O segredo da união é conhecer a vontade do Senhor e depois cumpri-la. Enquanto esse princípio básico não for compreendido e cumprido, não haverá união e nem paz na Terra. A influência positiva da Igreja no mundo dependerá do grau de obediência que nós, membros da Igreja, demonstrarmos a esse princípio.”(4)

Por estas sábias palavras deste grande profeta, podemos compreender a necessidade de sermos, primeiro, unos com o Senhor. Ninguém pode ser verdadeiramente unido a quem quer que seja, se não o for, primeiro, com o Senhor e por meio Dele. A união com o Senhor abre as portas da revelação, condição necessária para nossa exaltação, pois não podemos conhecer a Ele e aos Seus caminhos, a não ser por revelação.(5)(6)

“Se me amais, guardai os meus mandamentos.”(7) Com esta sentença, o Senhor determinou a forma de sermos um com Ele. É na obediência aos Seus mandamentos que determinamos o grau de nossa união com o Pai Celestial e com o Salvador Jesus Cristo. Ao recebermos todas as ordenanças sagradas, fazermos os convênios associados a elas e vivermos os mandamentos contidos nestes convênios, receberemos as promessas do Senhor.

O Senhor nos prometeu, por meio do Profeta Joseph Smith, que, ao nos unirmos a Ele, receberemos, por revelação, a maior de todas as bênçãos: a confirmação da nossa exaltação: “A palavra mais segura de profecia significa um homem saber, por revelação e pelo espírito de profecia, que está selado para a vida eterna pelo poder do Santo Sacerdócio.”(8)

Esta união plena com o Senhor se dá por meio da ordenança maior realizada em Seu Santo Templo, o selamento, que une os indivíduos em família e esta ao Senhor: “E também, em verdade vos digo: Se um homem se casar com uma mulher pela minha palavra, que é a minha lei, e pelo novo e eterno convênio e for selado pelo Santo Espírito da promessa por aquele que foi ungido, a quem conferi esse poder e as chaves desse sacerdócio (…) e se guardarem meu convênio (…) passarão (…) rumo a sua exaltação e glória em todas as coisas, conforme selado sobre sua cabeça (…) Então serão deuses, pois não terão fim.”(9)

“As ordenanças de selamento são essenciais à exaltação”(10), ensinou o Presidente Russel M. Nelson. Assim, vemos que, sermos um com o Senhor está profundamente ligado a sermos um com a nossa família, que é o próximo ponto que abordarei.

Humildade – Sermos um com a nossa família

O Senhor Jesus Cristo declarou: “Todo reino dividido contra si mesmo é devastado; e toda cidade, ou casa, dividida contra si mesma não subsistirá.”(11)

A união entre os membros da família é condição necessária à exaltação. Esta união traz a felicidade mencionada pelo Presidente Nelson: “Ser exaltado – ou alcançar a exaltação – refere-se ao estado mais elevado de felicidade e glória no reino celestial.”(12) Não é possível imaginar um reino que seja declarado como “celestial”, se nele houver desunião, desarmonia ou contendas. Humildade é o requisito básico necessário para sobrepujarmos estes desafios e qualificarmos nossa família para a exaltação.

A família é o conjunto dos indivíduos que a compõem e seu ambiente, se agradável ou não, é fruto das ações e sentimentos desses indivíduos. A tarefa de vencer os desafios pessoais e, assim, aperfeiçoar a família, é de todos, porque somente juntos poderão receber a recompensa máxima prometida: “No plano eterno de Deus, a salvação é um assunto individual; já a exaltação é um assunto de família.”(13)

Somente juntos podemos alcançar a união necessária para conduzirmos nossas vidas em família. O Presidente Henry B. Eyring afirmou: “Ele não pode conceder-nos isso individualmente. A alegria da união que Ele tanto almeja dar-nos não é solitária. Precisamos buscá-la e tornar-nos dignos dela juntamente com outros.”(14)

Há algumas ações que podemos desenvolver, com o propósito de tornar nossa família e nosso lar mais propícios à união, até que alcancemos a perfeição. Estas ações nos ajudam a tornar nosso lar um lugar santo. O Presidente David O. Mckay disse: “Sei que um lar onde existem unidade, auxílio mútuo e amor é simplesmente um pedacinho do céu na Terra. (…) A união, a harmonia e a boa vontade são virtudes a serem promovidas e valorizadas em todos os lares.”(15)

Uma das melhores formas de promover a união familiar, é envolver a família no trabalho da coligação de Israel, coligando a sua família nos dois lados do véu. Há algum tempo, escrevi um artigo sobre a coligação de Israel e a importância da família neste processo. Naquela ocasião, mencionei que “uma excelente ferramenta para nos ajudar a realizar esta obra maravilhosa é a Árvore Familiar. Depois que reunimos nossa família na Árvore Familiar, podemos então reuni-los em segurança nas ordenanças e nos convênios. A pesquisa da história da família é a base deste trabalho. E não precisamos de muito conhecimento ou de recursos muito avançados. ‘O centro da história da família é o lar.’ (Élder Quentin L. Cook, “A Alegria do Trabalho de História da Família”, A Liahona, fevereiro de 2016) É no lar que os membros da família aprendem e compartilham recordações familiares e registram essas informações na Árvore Familiar, não importa qual tecnologia utilizem, seja a do papel ou a do digital. Com o aplicativo FamilySearch, cada pessoa tem um Centro de História da Família em suas mãos. São bilhões de nomes de mais de uma centena de países e territórios disponíveis para pesquisa.”(16)

O Élder Quentin L. Cook disse: “Precisamos estar conectados a nossas raízes – nossos pais, avós e outros antepassados – e nossos ramos – nossos filhos, netos e outros descendentes”(17)

Não importa qual seja o tamanho da sua Árvore Familiar neste momento. A minha Árvore Familiar já foi parecida com um simples arbusto. Mas, com o casamento, os filhos, nossa nora e o nosso primeiro netinho, a nossa árvore está se expandindo. É preciso ter paciência para cultivar árvores, porque isto leva tempo. Neste ano, eu e minha esposa completamos 25 anos do nosso selamento. Nos próximos anos e décadas, a nossa árvore continuará a crescer, quando nossa filha se casar e quando outros netos chegarem e quando eles se casarem e vierem os bisnetos. Nossa árvore também crescerá com o desenvolvimento das ramificações dos familiares da nossa nora, do nosso futuro genro e de todos os que se casarem com nossos netos, bisnetos e assim por diante. Cada ramificação dessa é uma parte importante da nossa árvore. No plano eterno, todas as conexões familiares são importantes, necessárias e eternas.

E por que isso é tão importante? Porque somente assim podemos chegar onde queremos: realizar as ordenanças e os convênios no templo por todos os nossos familiares! Porque é no templo que reunimos a família em segurança, pois somente assim podemos alcançar nossa exaltação! E o momento de começar esse processo é já!

Outra ação importante para promover a união familiar é eliminar toda a maledicência. O Presidente David O. Mckay ensinou: “No lar ideal, não há mexericos difamadores.”(18) Quando nos dispomos a falar mal das pessoas em nosso lar, trazemos para a nossa família o espírito de discórdia e de difamação. Em não muito tempo, estaremos falando mal até mesmo dos membros da família. E, infelizmente, os filhos seguirão este mal exemplo, e também falarão mal dos irmãos. E isto nos leva ao terceiro ponto, que é o da união com os irmãos da Igreja.

Falar bem uns dos outros – Sermos um com os irmãos da Igreja

O Rei Davi declamou: “Oh, quão bom e quão agradável é que os irmãos habitem em união!”(19)

A nossa união com os Santos dos Últimos Dias é tão necessária para o nosso progresso eterno quanto o são a nossa união com o Senhor e a nossa união com a nossa família. A escrituras afirmam o critério que o Senhor utilizou para considerar Seu povo Sião: “E o Senhor chamou seu povo Sião, porque eram unos de coração e vontade e viviam em retidão.”(20) Esta premissa vale para nós hoje tanto quanto valeu para os Santos do passado. O Élder Claudio R. M. Costa conclamou: “Que continuemos a trabalhar e orar, para que sejamos unos e puros de coração e para que Sião se estabeleça entre nós.”(21)

“A meta sempre foi a união, a unidade e a igualdade entre os membros da Igreja de Cristo”(22), como disse o Presidente Marion G. Romney. Para alcançarmos esta grande meta como povo, devemos nos esforçar pessoalmente para a nossa própria conversão a este propósito, até que alcancemos a unidade perfeita, “tendo os corações entrelaçados em unidade e amor uns para com os outros.”(23)

Devemos evitar as pedras de tropeço que podem ser colocadas no caminho dos que buscam ser unos com os seus irmãos em Cristo. Uma delas, é o hábito de falar mal uns dos outros. Todos temos pontos a melhorar em nossa maneira de pensar, em nossa maneira de agir, em nossa vida, tanto individualmente, como em família. Infelizmente, alguns parecem ter grande habilidade para identificar e focar seus ataques exatamente nestes pontos fracos dos irmãos. “Os difamadores são como moscas que sobrevoam todas as partes sãs de um homem e pousam apenas em suas feridas.”(24)

Os verdadeiros Santos dos Últimos Dias, ao perceberem as “feridas” em seus irmãos, cuidam de ajudá-los a curá-las. Para isso, ajudam a divulgar o que há de bom nas pessoas, deixando de lado o que ainda lhes falta. Assim, seguem a orientação do Senhor: “Portanto, fortalece os teus irmãos em todas as tuas conversas, em todas as tuas orações, em todas as tuas exortações, e em todos os teus feitos.”(25)

Agir com compaixão e bondade para com as fraquezas do outro, fortalecendo-o, e abandonando os julgamentos e as maledicências, é sinal de amadurecimento e real conversão a Jesus Cristo. Ele mesmo deixou isto muito claro, quando disse a Pedro: “Quando te converteres, fortalece teus irmãos.”(26)

Outra pedra de tropeço é colocar-se em oposição aos líderes da Igreja. O Presidente Marion G. Romney disse: “Alguns membros acham que podem estar em plena harmonia com o espírito do evangelho e desfrutar plenamente da atividade na Igreja e ao mesmo tempo não estar em harmonia com os líderes da Igreja e o conselho e a orientação dados por eles. Essa postura é totalmente incoerente, pois a orientação desta Igreja não vem apenas da palavra escrita, mas também da revelação contínua, e o Senhor concede essa revelação à Igreja por intermédio de Seu profeta escolhido. Portanto, aqueles que professam aceitar o evangelho e que ao mesmo tempo criticam o conselho do profeta e se recusam a segui-lo estão assumindo uma postura injustificável. Essa atitude conduz à apostasia.”(27)

Nessa mesma linha, um outro desafio é o favoritismo. Quando um líder é chamado, especialmente um Bispo ou um Presidente de Estaca, todos esperamos que ele não tenha favoritos. E este é um desejo justo. Quem ocupa uma posição na Igreja não pode ter favoritos. No favoritismo, a predileção predomina sobre a igualdade. No ministério das coisas do Senhor, não há lugar para preferências pessoais. “Deus não faz acepção de pessoas.”(28) e “Porém, se fazeis acepção de pessoas, cometeis pecado, e sois condenados pela lei como transgressores.”(29) são escrituras que não deixam dúvidas quanto à posição do Senhor a esse respeito. Quero deixar claro que, quando falo de favoritismo, não me refiro à afinidade ou amizade mais próxima que pode haver entre irmãos. Cada pessoa tem o direito de relacionar-se mais proximamente com quem desejar e convidar para almoçar na sua casa a quem quiser, e isto não significa favoritismo, ao menos não no sentido em que está sendo empregado aqui.

Agora, se um membro espera que o seu líder não tenha favoritos entre todos os irmãos, não é justo esperar que este mesmo membro também não tenha favoritos na liderança? Infelizmente, não é raro encontrarmos membros que não aceitam conselhos ou a liderança de um determinado irmão ou irmã, mas apenas deste ou daquele seu líder favorito. E, assim, perdem a oportunidade de serem ministrados por todos os servos escolhidos pelo Senhor, porque querem ser ministrados apenas pelos que eles mesmos escolheram. Esta rejeição à liderança de alguém pode se dar por diversos motivos, mas a experiência tem mostrado que o orgulho é o principal deles.

Outra versão do problema do favoritismo se dá não por causa da pessoa, mas do chamado dela ou do que este chamado representa. Um exemplo disso é o que normalmente ocorre com os Bispos. Todos sabemos que ele é um homem que tem muitas ocupações e preocupações. Ele tem responsabilidades específicas na ministração e na administração dos assuntos da ala. Algumas destas responsabilidades não podem ser delegadas, o que toma ainda mais do seu tempo e atenção. Porém, todo o restante deve ser delegado aos seus conselheiros e secretários. Além destes irmãos, existem ainda outros líderes, como os presidentes das organizações auxiliares e os presidentes dos quóruns do sacerdócio, que também recebem delegação do Bispo para agir nas coisas do Senhor.

Sempre que um membro precisar de algum tipo de ajuda ou aconselhamento, ele deve se perguntar: “Honestamente, este é um caso que necessita realmente da ação do Bispo?” Se a resposta for “Sim”, então você deve procurá-lo. Se a resposta for “Não”, procure o seu presidente de quórum ou de organização. Se ele ou ela não puder resolver, um conselheiro no bispado será acionado. O assunto somente chegará ao Bispo se não for resolvido nestas duas primeiras instâncias.

Infelizmente, ao contrário deste modelo, há muitos que desejam que seus assuntos sejam somente resolvidos diretamente com o Bispo. E a maior motivação para isso é o orgulho, que os faz sentirem-se importantes porque tiveram o seu caso resolvido por quem “manda”. Irmãos, é preciso respeitar todos os que foram chamados, sem favoritismos de nenhum tipo. Isto vale em qualquer nível de liderança na Igreja. O que preside tem dois conselheiros. Devemos respeitá-los e apoiá-los como nossos líderes que são.

O Senhor declarou qual é o ministério do Bispo: “(…) julgar (…) [o] povo pelo testemunho dos justos e com a assistência de seus conselheiros, de acordo com as leis do reino, que são dadas pelos profetas de Deus.”(30)

A indicação “com a assistência de seus conselheiros” dá a estes homens uma responsabilidade muito grande, de auxiliarem o Bispo em seu papel como Juiz Comum em Israel. Os conselheiros do Bispo possuem a autoridade para aconselhá-lo e também ao povo da Igreja. Podem agir, por delegação do Bispo, como juízes, para julgarem se um irmão poderá ser recomendado para ir ao templo, por exemplo. O modelo de presidência do Senhor, sempre com três pessoas servindo juntas, é algo maravilhoso e que tem protegido a Igreja.

Posso afirmar sem medo de errar: no que diz respeito a uma presidência, seja ela uma Presidência de Estaca, um Bispado, uma Presidência de Quórum de Élderes ou da Sociedade de Socorro, ou de qualquer outra organização ou quórum da Igreja, ou confiamos nos três, ou não estaremos confiando em nenhum.

Há uma outra questão a esse respeito. Antes, eu disse que não devemos ter favoritos na liderança. Também é importante não termos favoritos para a liderança.

Infelizmente, quase sempre que se sabe que um novo irmão será chamado para presidir uma ala ou uma estaca, ou uma organização ou quórum, ocorre um rumor especulativo, com a grande pergunta circulando nas rodas de conversas: “Quem será chamado?”. E então alguém dispara: “Eu acho que será fulano!”, ou “Eu tenho certeza que será beltrano!”. Não bastasse o grande mal que esta prática terrível causa nos testemunhos de muitos sobre o divino processo de sucessão nas posições de liderança na Igreja, há um comentário ainda pior: “Eu espero que seja sicrano!”.

O favoritismo para a liderança talvez seja ainda mais pernicioso que o favoritismo na liderança. Isto porque, quem age assim, com esse tipo de favoritismo, escolhe a quem o Senhor não escolheu. E almeja que seja chamado aquele a quem o Senhor não chamou. Associado a este erro sempre está um outro, também terrível: a rejeição ao servo escolhido e chamado pelo Senhor para ser o verdadeiro ministro daquela parte da obra. Além de cometer estes erros tão grandes, o culpado desta prática pode cometer ainda outro: levar o tal irmão, seu favorito, a ter o mesmo pensamento e desejo, e a julgar-se melhor do que aquele a quem o Senhor de fato ungiu para aquele chamado, e almejar aquela posição que é – por direito divino – de outro. Qualquer argumento para justificar tal comportamento provém do inimigo. Inveja, cobiça, soberba e orgulho são os sentimentos que afloram deste tipo de pensamento. Fuja deles!

Que possamos buscar a união com o Senhor, com a nossa família e com os nossos irmãos. O Senhor assim o quer, porque somente assim seremos “perfeitos em unidade”(31) e verdadeiramente Dele!

Referências

(1) D&C 38:27
(2) Presidente Henry B. Eyring, “Com os Corações Entrelaçados em União”, Conferência Geral, Outubro de 2018.
(3) Presidente Marion G. Romney, “União”, Conferência Geral, Abril de 1983.
(4) Presidente Marion G. Romney, “União”, Conferência Geral, Abril de 1983.
(5) Mateus 16:15-17
(6) Jacó 4:8
(7) João 14:15
(8) D&C 131:5
(9) D&C 132:19-20
(10) Presidente Russell M. Nelson, “Salvação e Exaltação”, Conferência Geral, Abril de 2008
(11) Mateus 12:25
(12) Presidente Russell M. Nelson, “Salvação e Exaltação”, Conferência Geral, Abril de 2008
(13) Presidente Russell M. Nelson, “Salvação e Exaltação”, Conferência Geral, Abril de 2008
(14) Presidente Henry B. Eyring, “Com os Corações Entrelaçados em União”, Conferência Geral, Outubro de 2018.
(15) Presidente David O. Mckay, Conference Report, Outubro de 1967.
(16) “Coligue(-se)!”, Blog Estandarte da Liberdade, 27 de janeiro de 2019
(17) Élder Quentin L. Cook, “A Alegria do Trabalho de História da Família”, A Liahona, fevereiro de 2016
(18) Presidente David O. Mckay, Conference Report, Abril de 1953.
(19) Salmos 133:1
(20) Moisés 7:18
(21) Élder Claudio R. M. Costa, “Unos e Puros de Coração”, Mensagens da Presidência da Área Brasil, Junho de 2014.
(22) Presidente Marion G. Romney, “União”, Conferência Geral, abril de 1983.
(23) Mosias 18:21
(24) Citado pelo Presidente David O. Mckay, Conference Report, Abril de 1953.
(25) D&C 108:7
(26) Lucas 22:32
(27) Presidente Marion G. Romney, “União”, Conferência Geral, Abril de 1983.
(28) Atos 10:34
(29) Tiago 2:9
(30) D&C 58:18
(31) João 17:23

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