O que contamina o homem

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Segundo um extenso relatório(1) publicado no início deste ano, 140 milhões de brasileiros possuem, em média, 9,4 contas em mídias sociais cada. Isso nos leva ao incrível número de mais de 1,3 bilhão de perfis criados. Por meio desses perfis nas mídias sociais, as pessoas procuram atender a algumas de suas necessidades básicas: serem ouvidas, serem reconhecidas e pertencerem. Com tantas pessoas publicando ao mesmo tempo, várias vezes ao dia, não é difícil imaginar que é possível encontrar conteúdos sobre quaisquer tipos de assuntos no mundo virtual. Com as postagens, vêm as interações, como os compartilhamentos e as “curtidas”. Assim, está formada a tempestade perfeita para o embate de ideias, que resulta em confusão e incompreensões.

O Salvador Jesus Cristo ensinou que “o que contamina o homem não é o que entra na boca, mas o que sai da boca, isso é o que contamina o homem”(2). Ao estudar sobre esse ensinamento, ponderei que, além de “da boca”, “o que contamina o homem” pode sair também dos dedos, quando estes se encontram com as teclas de um computador ou Smartphone. Ideias podem ser apresentadas e compartilhadas por voz, texto e imagem, ou, simplesmente, por uma curtida em um conteúdo publicado por outra pessoa em uma mídia social. Assim como o compartilhamento, a curtida equivale a um endosso, uma assinatura validadora do conteúdo publicado. É uma declaração de aceitação, concordância e apoio à ideia publicada. Quem compartilha ou curte um conteúdo, assume que teria dito ou publicado o mesmo. Seja quando falamos ou publicamos algo, ou quando, de algum modo, compartilhamos ou curtimos o que outra pessoa falou ou publicou, é da nossa “boca” que aquilo está saindo.

Um estudo da Universidade Cambridge, que utiliza a psicometria como base para a análise de dados, aponta que o perfil psicológico de uma pessoa pode ser traçado a partir de suas curtidas em mídias sociais. Com uma análise de 68 curtidas de uma pessoa é possível prever sua raça com 95% de precisão, sua orientação sexual com 88% de precisão e sua filiação partidária com 85% de precisão, além de outros elementos de sua vida, como religião, tendência à depressão, uso de drogas, QI, etc.(3) De maneira muito real, “você é o que você compartilha”(4), ou, em outras palavras o que você compartilha define você, suas crenças e seus valores. Pensando nisso, tente responder com total sinceridade a você mesmo: O que você tem publicado, compartilhado ou curtido representa realmente quem você quer ser e como você quer ser definido? Os conteúdos que têm recebido seu selo pessoal e público de aprovação são compatíveis com suas crenças, seus valores e seus convênios feitos com o Pai Celestial?

Nossas crenças, nossos valores e nossos convênios que fizemos com o Pai Celestial formam a base sólida sobre a qual devemos edificar nossas falas, publicações, compartilhamentos e mesmo nossas curtidas. Por isso, devemos ter todo o cuidado e atenção ao conteúdo que recebe nosso selo pessoal de aprovação, filtrando com sabedoria o que deve ou não merecer nossa atenção. Infelizmente, nem sempre será fácil percebermos o mal existente em certas ideias que nos são apresentadas, seja porque não nos dedicamos a buscar compreender o assunto ou simplesmente porque confiamos em quem fez a publicação. Com “filosofias dos homens mescladas com escrituras”(5), o mundo apresenta conceitos que podem parecer agradáveis, corretos e aceitáveis quando olhamos para eles com a rapidez e superficialidade que estes tempos modernos parecem exigir. Porém, com um olhar mais ponderado e a ajuda do Espírito Santo, é possível vermos inconsistências nesses conceitos e como eles são incompatíveis com as crenças, os valores e os convênios dos Santos dos Últimos Dias com seu Pai Celestial.

Uma das armadilhas que o inimigo da verdade tem utilizado nestes últimos dias – e que tem atingido muitos cristãos -, é a divulgação de informações que provocam o ódio no coração das pessoas. O ódio é “uma forte aversão a alguém ou alguma coisa”(6). Sei que, a princípio, isso pode parecer ser contraditório, pois nenhum cristão deseja espalhar o ódio, exceto o ódio ao mal.(7) Mas aí é que está o ardil. Pessoas boas são induzidas a espalhar notícias ou comentários ruins sobre todo tipo de assunto, imaginando que estão apenas informando outras pessoas, prestando um serviço a elas ou mesmo alertando-as sobre algum “perigo iminente”. Ocorre que informações negativas sobre algo ou alguém cumprem o propósito do inimigo e não do Senhor. Jamais algo ruim pode ser inspirado pelo Espírito Santo.(8) E, de nenhum modo, transmitir estas más palavras é um serviço a alguém. Na verdade, quando alguém compartilha algo depreciativo sobre outra pessoa, ele se torna um agente de ataque, não de defesa. O Presidente Dallin H. Oaks ensinou que “aqueles que cumprem os mandamentos não devem levar a cólera ao coração dos homens”.(9) E o próprio Senhor Jesus Cristo ensinou aos nefitas: “Eis que esta não é minha doutrina, levar a cólera ao coração dos homens, uns contra os outros; esta, porém, é minha doutrina: que estas coisas devem cessar”.(10)

Lamentavelmente, esse comportamento agressivo tem crescido de forma exponencial, com pessoas publicando, compartilhando e curtindo conteúdos que trazem mensagens pejorativas sobre nações, governos, partidos, empresas, produtos e pessoas por suas posições, opiniões e crenças sobre política, educação, sexualidade, questões sociais, religião e qualquer outro assunto. Muitos desses conteúdos de ataque possuem termos imorais, inadequados, injustos e que ferem a honra dos atacados de muitas formas, destruindo reputações e lançando sobre a discussão mais sombras que luz, por meio de interpretações distorcidas, acusações sem provas e desinformação, chegando ao cúmulo de tentarem silenciar as pessoas e removerem suas ideias do debate público, com a abjeta política de “cancelamento”.

Em lugar de fazerem a exposição pessoal de um pensamento justo e limpo sobre um assunto, marcando sua posição sobre um tema, defendendo sua crença de forma clara, honesta e respeitosa, muitos têm se juntado a uma turba virtual violenta e crescente, que faz da agressão gratuita e desmedida a instituições e pessoas a sua fonte de satisfação. O Presidente George Albert Smith disse: “Não devemos perder a paciência e maltratar uns aos outros (…) Ninguém jamais maltratou quem quer que fosse quando tinha o Espírito do Senhor. Isso só acontece quando se tem outro espírito”.(11) Quem escreve, compartilha ou “curte” mensagens desse tipo, esquece que, antes de tudo, os envolvidos são filhos amados do Pai Celestial(12) e merecem o respeito de seus irmãos. O Profeta Joseph Smith afirmou: “Tenho os mais generosos sentimentos de caridade para com todas as seitas, partidos e denominações; e os direitos e liberdade de consciência são coisas que considero mais sagradas e preciosas, e não desprezo homem algum por diferir de mim em questões de opinião.”(13)

Os Santos dos Últimos Dias precisam ser moderados em suas palavras e ações. Embora neste mundo de classes, tribos e fronteiras as diferenças sejam valorizadas, não devemos ver monstros e inimigos em nenhum dos lados, porque em todos os lugares há pessoas boas, honestas e que realmente querem fazer o seu melhor. Quando julgamos temas, palavras e atitudes, definimos conceitos que balizam nossa conduta. Quando julgamos pessoas por seus temas, palavras e atitudes, agimos com preconceito. “Devemos estar sempre atentos aos preconceitos que às vezes se apresentam de modo tão estranho e são tão comuns à natureza humana contra nossos amigos, vizinhos e irmãos do mundo que decidem diferir de nós em questões de opinião e fé”(14), ensinou o Profeta Joseph Smith. Talvez alguns possam dizer que não tiveram a intenção de ofender, mas que as coisas saíram do controle. Quando as coisas fogem do nosso controle, elas continuam totalmente sob o controle do Senhor. Assim, colocar Nele a nossa confiança e agir sempre de acordo com Seus ensinamentos e Sua doutrina, é a chave para não sermos envolvidos pela maledicência do mundo.

A tendência do mundo é criar divisões, incluindo divisões de pensamentos. Sejam quais forem as camadas existentes, financeiras, políticas ou sociais, elas são apenas instrumentos para que o mundo alcance seu real objetivo: separar as pessoas. O Senhor, no entanto, quer que sejamos um.(15) O inimigo promove as divisões(16), o Senhor e Seu evangelho promovem a união.(17) O Presidente Dallin H. Oaks afirmou: “Sobre a questão do discurso público, todos nós deveríamos seguir os ensinamentos do evangelho de amar ao próximo e evitar a discórdia. Os seguidores de Cristo devem ser exemplos de civilidade. (…) Embora discordemos, não devemos ser desagradáveis”.(18)

Apreciar a diversidade(19) e compreender que uma ideologia política ou um pensamento sobre qualquer outro aspecto da vida não tornam as pessoas melhores ou piores, é essencial para que possamos conviver em harmonia. E, se há animosidade por parte de alguém para conosco, podemos nos lembrar da pergunta atribuída ao Presidente Abraham Lincoln: “Não destruo meus inimigos ao torná-los meus amigos?”(20) “A raiva é o caminho para a divisão e para a inimizade. Passamos a amar nossos adversários quando evitamos a raiva e a agressividade em relação às pessoas das quais discordamos”(21), ensinou o Presidente Dallin H. Oaks. O Senhor nos chamou como membros de Sua Igreja para cuidarmos das pessoas e conduzi-las à exaltação. Esse é o nosso trabalho neste mundo, com implicações eternas. Todo o restante é passageiro, transitório e com alcance limitado a essa vida. Não compreender isto e querer sempre ter a razão em todas as coisas, em todos os assuntos, é agir com infantilidade. Não nos esqueçamos que o reino dos céus é dos pequeninos(22), não dos infantis. É necessário amadurecer. Quanto mais maduros somos, menos ofendidos ficamos.

Sei que muitos compartilham conteúdos de ataques com o propósito de se defenderem do avanço do mal. Há muitas coisas ruins, maldosas e abertamente contrárias à verdade, que são publicadas constantemente. Mas, como podemos pensar que a maneira de combater o mal é copiando sua estratégia? Não é possível vencer o mal com o mal. Apenas o bem vence o mal. O Profeta Joseph Smith ensinou que ter “boa vontade para com todos, razão e refinamento para exercer a virtude, retribuindo o bem pelo mal são coisas (…) eminentemente determinadas para curar mais desordens da sociedade do que qualquer apelo às armas, ou mesmo argumentos não acompanhados de amizade.”(23)

Quando Pedro lançou a espada sobre Malco(24), um dos soldados que prendiam o Salvador deste mundo, Cristo ordenou que o apóstolo guardasse a espada e curou a orelha do soldado(25). Jesus Cristo sabia o que Pedro ainda não compreendia: era necessário que Ele passasse por aquilo.(26) Jesus Cristo jamais atacou ou lutou contra nações, governos ou governantes, mas trabalhou incessantemente em Seu ministério mortal para doutrinar e preparar espiritualmente os que O seguiam para que pudessem enfrentar os dias difíceis que inevitavelmente viriam, vencessem seus desafios e alcançassem a vida eterna. E é isto o que Ele espera que façamos. Sim, o Mestre denunciou o pecado e o erro, mas nunca foi desrespeitoso ou grosseiro. Enxergou a bondade em pecadores e publicanos.(27) Pregou a fariseus(28) os mesmos ensinamentos que pregou aos simples pescadores.(29) Em todos os grupos houve quem O rejeitasse e quem O seguisse. Ele não fez distinção alguma sobre com quem agiria com bondade. Ele fez o bem a todos.(30)

Evidentemente, não devemos ser desinteressados, apáticos ou permanecer inertes diante do avanço das forças do inimigo de nossas almas. Porém, há um modo certo de fazer o combate ao mal. Compreendamos que, por mais que nos esforcemos e briguemos com todos os supostos “agentes do mal” que consigamos identificar com nossos olhos limitados, isto não interromperá o avanço do mal.(31) O mal não vencerá, mas ele avançará muito antes de ser derrotado, porque é necessário que seja assim. E, se não é possível impedir o que virá, o que devemos fazer é preparar-nos da melhor forma possível para quando este momento chegar. A preparação espiritual(32) – nossa, da nossa família, dos nossos amigos e dos que nos foram dados como mordomia -, para os desafios cada vez maiores que estão à frente, é urgente! Foi isso o que Jesus Cristo fez em seu ministério. É isso o que devemos fazer no nosso.

Devemos “[revestir-nos] de toda a armadura de Deus”.(33) Os profetas têm alertado sobre as questões que podem afetar os Santos espiritualmente, como estudar as escrituras diariamente, partilhar do Sacramento fielmente, guardar o Dia do Senhor, realizar todos os convênios templários, viver a Palavra de Sabedoria e a lei da castidade, entre outras. Nossa fidelidade a esses princípios, mandamentos e convênios trará mais sucesso no combate à influência do mal sobre nossas vidas e daqueles a quem amamos do que debates vazios, intermináveis e carregados de violência verbal nas mídias sociais.

É importante entender qual é o nosso papel neste mundo. Não estamos aqui para defender César, mas para defender Cristo!(34) Devemos dar a “César o que é de César, e a Deus, o que é de Deus”.(35) Contudo, sem nunca esquecermos de quem somos, de que os césares são passageiros, de que Cristo é eterno e as pessoas, também. “As pessoas são mais importantes que os programas”(36), que os césares e que os temas publicados nas mídias sociais. Agredir pessoas por causa de ideias terrenas, mundanas e passageiras não é a vontade de Cristo para nós. A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias se relaciona respeitosa e positivamente com todas as nações e todos os governos, com todos os povos e todas as tribos, sem distinção. Assim, ela mantém um bom relacionamento com todos, que a ajuda a cumprir a sua missão de “pregar o evangelho de Jesus Cristo”.(37) Seguir o exemplo de Jesus Cristo e de Sua Igreja na construção de pontes de amizades, é inteligente. Construir muros de separação, não é. Que não sejamos culpados de, com uma atitude beligerante, sermos motivo de atraso do progresso do reino na vida de uma pessoa ou mesmo de uma comunidade.

Não permitamos sermos tragados pelo comportamento que o mundo tenta impor, da radicalização, da raiva, da cisão. Não embarquemos neste movimento absurdo de indignação recreativa que tem tomado conta de tantas pessoas que passam seus dias compartilhando e curtindo coisas terríveis, em uma atitude que não trará proveito algum e nada produzirá, a não ser mais ódio e divisão. Devemos ampliar nossos esforços para resistirmos a nos unirmos à mídia que sobrevive de manchetes cheias de ironia, sarcasmo e dúvidas sobre o caráter das pessoas. Um cristão que calunia e ofende outro cristão ou qualquer outra pessoa, classificando-o de “falso” unicamente porque este segue uma ideologia política diferente, desonra o título de seguidor de Cristo. Ideologias políticas e sociais, por melhores que sejam, não têm o poder de mover ninguém um milímetro sequer em direção ao Reino Celestial. Somente o evangelho de Jesus Cristo pode fazer isso. Logo, só se pode medir a fidelidade de um cristão pela régua do evangelho, não pela medida das ideologias terrenas. E a régua do evangelho foi estabelecida por Cristo e somente ele pode utilizá-la, pessoalmente ou por meio de Seus servos autorizados, não cabendo a nós estipular a medida espiritual de ninguém.

Que cada um de nós possa “ocupar-se zelosamente [na] boa causa”(38) de refletir a luz que emana de Cristo, ao publicarmos o que promove a paz, compartilharmos o que emana do amor e curtir o que for verdadeiro e de acordo com nossas crenças, nossos valores e nossos convênios feitos com o Pai Celestial. É necessário que nos apeguemos ao que edifica e ajuda as pessoas a se aproximarem do Senhor. Tudo o que nos afasta Dele deve ser imediatamente deixado para trás, porque seja o for que custe nosso relacionamento com o Senhor, é algo caro demais. Sejamos corajosos para renunciarmos à cultura mundana do ódio. Sejamos valentes ao vivermos a cultura “da Igreja [que] vem do evangelho de Jesus Cristo”(39). Sejamos humildes ao proclamarmos o amor e a bondade celestiais. “Nunca é tarde para mudar, mas exige um esforço, uma luta individual impulsionada pela esperança de poder vencer o desespero e vazio que vem do ódio.”(40) Não importa quem esteja certo ou errado nas questões que nos forem apresentadas, prestaremos contas apenas do nosso coração. Que nosso coração esteja, então, limpo de qualquer sentimento negativo para com os filhos de nosso Pai Celestial.

Referências

(1) We Are Social, “Digital 2020 Brazil”, DataReportal.com, 17 de fevereiro de 2020
(2) Mateus 15:11
(3) Gabriel Francisco Ribeiro, “Raspar o Tacho – Coleta maciça de todos nossos dados públicos virou ‘mina de ouro’ de empresas, hackers e políticos”, Portal Uol, Coluna Tilt, 13 de novembro de 2020
(4) Gil Giardelli, “Você é o que você compartilha”, Editora Gente, 2012
(5) Élder Jeffrey R. Holland, “Mestre, Vindo de Deus”, Conferência Geral, abril de 1998
(6) Guia Para Estudo das Escrituras, “Odiar, Ódio”
(7) Philip Paul Bliss, “Mais Vontade Dá-me”, Hinário
(8) Doutrina e Convênios 36:2
(9) Presidente Dallin H. Oaks, “Amar os Outros e Conviver com as Diferenças”, Conferência Geral, outubro de 2014
(10) 3 Néfi 11:30
(11) Presidente George Albert Smith, Conference Report, out. 1950, p.8.
(12) Salmos 82:6
(13) Presidente Joseph Smith Jr., Times and Seasons, fevereiro de 1840, pp. 55–56
(14) Presidente Joseph Smith Jr., History of the Church, volume 3, pp. 303–304
(15) Doutrina e Convênios 38:27
(16) Helamã 16:22
(17) Mosias 18:21
(18) Presidente Dallin H. Oaks, “Amar os Outros e Conviver com as Diferenças”, Conferência Geral, outubro de 2014
(19) Tópicos do Evangelho, “Diversidade e Unidade em A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias”, ChurchOfJesusChrist.org
(20) Pensador.com, Abraham Lincoln
(21) Presidente Dallin H. Oaks, “Amai vossos inimigos”, Conferência Geral, outubro de 2020
(22) Mateus 19:14
(23) Presidente Joseph Smith Jr., History of the Church, volume 6, pp. 219–220
(24) João 18:10
(25) Lucas 22:51
(26) Mateus 26:54
(27) Mateus 9:10
(28) João 3:1-21
(29) Mateus 4:18-22
(30) Atos 10:38
(31) Presidente Brigham Young, “Os Últimos Dias”, Ensinamentos dos Presidentes da Igreja: Brigham Young
(32) Presidente Henry B. Eyring, “Preparação Espiritual: Começar Cedo e Ser Constante”, Conferência Geral, outubro de 2005
(33) Efésios 6:11
(34) Antonio Carlos Lima, “O mundo segue seus “césares”. O povo do Senhor segue Seu profeta!”, Blog Estandarte da Liberdade, 17 de abril de 2020
(35) Mateus 22:21
(36) Presidente Spencer W. Kimball, “Living the Gospel in the Home”, Ensign, maio de 1978
(37) Sala de Imprensa Brasil, “Neutralidade Política”, ChurchOfJesusChrist.org
(38) Doutrina e Convênios 58:27
(39) Élder Quentin L. Cook, “Corações entrelaçados em retidão e união”, Conferência Geral, outubro de 2020
(40) Davi Santos, “Ódio, o pior dos sentimentos!”, Blog Estandarte da Liberdade, 3 de outubro de 2018


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