Cinco pontos importantes do novo vídeo sobre o nascimento de Jesus Cristo

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Todos conhecem muito bem a história do nascimento de Cristo. Há dois milênios ela tem sido contada e recontada através das escrituras, histórias, teatro, filmes e áudios. Este ano, como parte da campanha #SejaALuzDoMundo, de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, foi lançado um novo vídeo que conta a história da Natividade.

“O Menino Jesus: A História da Natividade” conta a história do nascimento de Cristo de uma maneira surpreendentemente nova e significativa, com detalhes não apresentados em outras produções sobre o tema. Conheça aqui cinco detalhes interessantes que tornam esse vídeo diferente.

“O Menino Jesus: A História da Natividade” é um presente

O filme “O Menino Jesus: A História da Natividade” foi criado para ser um presente ao mundo e, por isso, ele está sendo compartilhado e promovido, para dar às pessoas a oportunidade de se reunir, assistir ao vídeo e falar sobre ele e a mensagem de luz que ele compartilha. Compartilhe a história do nascimento de Cristo por meio deste novo vídeo.

A história da Natividade é real

A história do nascimento de Jesus é familiar a todos e já foi representada de diversas formas. Porém, é importante lembrar que Maria e José eram pessoas reais com um chamado divino para trazer o Salvador a este mundo. Os pastores e os magos também eram pessoas reais que vieram adorar aos pés do Salvador após Seu nascimento mortal.

Um dos momentos mais emocionantes do filme ocorre com as reações dos magos. Geralmente os magos são representados como indivíduos cheios de pompa, como turbantes, e mantendo certa distância do menino Jesus. Mas as escrituras dizem que eles “prostrando-se, o adoraram”.

“O Menino Jesus: A História da Natividade” é historicamente mais preciso

O objetivo do filme era apresentar a história da Natividade da maneira mais precisa possível. foram consultados historiadores e estudiosos da Bíblia para tentar criar o ambiente, a linguagem, o vestuário, e outros detalhes da melhor maneira possível. Até os atores foram escolhidos de modo que as idades e etnias eram condizentes com os personagens representados. Ao se preparar para seu papel, o ator que interpretou José – que é da fé judaica – fez um jejum de três dias.

Outra decisão tomada para aumentar o realismo foi ter todo o diálogo ao longo do filme falado em aramaico sem legendas. As conversas entre as pessoas representadas no filme não são tiradas de nenhum registro histórico ou bíblico, porque não existem esses diálogos e os cineastas não queriam que o público lesse muito o que estava sendo dito. Então, ao fazer com que falassem em aramaico, foi dado mais realismo histórico e permitiu que o diálogo não prejudicasse a história conforme ela é apresentada.

Há uma melhor compreensão da frase “não havia lugar para eles na estalagem”

Nessa narrativa da Natividade há uma melhor compreensão de como José e Maria acabaram em um estábulo. Belém foi construída em uma encosta cheia de cavernas de calcário, e as pessoas costumavam construir suas casas em frente às cavernas e depois as usavam como um local para guardar os animais.

Os diretores explicaram que a palavra grega original – “katalyma” – usada por Lucas para descrever uma “estalagem” é a mesma palavra que mais tarde ele usa para descrever o “aposento” ou o “cenáculo” onde Jesus preparou a última Ceia. Assim, historiadores e estudiosos das escrituras antigas que foram consultados para o filme compartilharam sua crença de que, em vez de irem a uma “estalagem” e serem rejeitados, é mais provável que José e Maria viajassem para Belém e procurassem ficar com a família de José.

Como a jornada coincidiu com a de muitas pessoas que foram para Belém para pagar impostos em sua terra natal, é provável que a casa da família de José estivesse cheia e que não houvesse espaço disponível no “aposento” de hóspedes. Isso significava que José e Maria teriam se retirado para a privacidade do estábulo da família – a caverna de calcário perto da casa da família – para a chegada do bebê.

Toda uma tradição gira em torno da ideia de que eles foram a muitas pousadas e foram rejeitados por estalajadeiros malvados, “Mas nada disso está nas escrituras. Então, quando você volta para as escrituras, percebe que uma palavra (…) na verdade, meio que transforma parte da história em algo mais significativo. Não havia espaço no quarto de hóspedes, então eles ficaram no estábulo”, disse o diretor do filme.

Novos detalhes sobre os pastores e os magos

Outra coisa que os cineastas aprenderam com historiadores e estudiosos é que o pastoreio de ovelhas era um negócio de família na Israel do primeiro século e, como tal, haveria mulheres e crianças entre os pastores nos campos mencionados nas escrituras. Então eles mostraram famílias de pastores no vídeo, com crianças participando dessa experiência.

Outra diferença é a ausência dos visitantes celestiais aos pastores. No filme eles vêm uma luz, mas não é demonstrado como seria a visita celestial. A ênfase foi dada aos rostos e reações dos pastores, e a admiração que eles experimentaram.

Além disso, os magos do filme são mostrados usando uma pequena ferramenta para seguir a estrela, um tipo de sextante que existia naquele tempo e provavelmente foi usada por eles.

Finalmente, seguindo o que é aceito pela maioria dos estudiosos do Novo Testamento, o filme mostra Cristo como uma crianças mais velha, e não um bebê, quando os magos chegaram até ele.

Fonte: Church News

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Antonio Carlos Lima

Antonio Carlos Lima é um membro da Igreja há 35 anos. Mora em Aracaju/SE. Serviu na Missão Brasil Brasília, de 1991 a 1993. É casado, pai e avô.
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